Menos tarefas repetitivas. Mais tempo para o seu trabalho.

Mostre como sua equipe trabalha. Com apoio da Aferia, transforme a rotina em automações revisáveis, organize suas tarefas e escolha quando executar.

Comece por uma conversa sobre uma tarefa real da sua operação.

Captura com autorização. Regras revisáveis. Execução acompanhada.

Tela do produto com dados de demonstração.

Grava

A sessão registra o trabalho real em eventos de texto, com consentimento item por item e pausa sempre à vista.

Mapeia

O que foi observado vira processo desenhado, POP escrito e backlog priorizado em horas e reais por ano.

Automatiza

A oportunidade aprovada vira automação construída e versionada — nada entra em produção sem a sua aprovação.

Uma tarefa resolvida abre espaço para a próxima.

Comece pelo que você já sabe que se repete. Depois, use os registros autorizados para descobrir outras oportunidades de automação.

Criar automação assistida

Demonstre a tarefa e, ao terminar, responda às dúvidas sobre suas regras. A IA prepara um rascunho que você pode conferir, ajustar por texto ou voz e testar.

Galeria

Organize suas automações em pastas pessoais. Abra uma tarefa para executar, editar ou escolher a frequência e o horário.

Jornada

Compare semanas ou meses e revise sugestões com evidências. Configure uma revisão recorrente ou peça uma análise quando precisar.

Como funcionam a observação e os horários?

A observação depende de autorização e pode ser pausada ou desligada. A Jornada usa até 180 dias de registros disponíveis, conforme a política da empresa. A comparação mostra a cobertura de captura de cada período; ausência de registro não prova que a tarefa deixou de existir.

O agendamento executa no computador com o Aferia aberto, ligado e conectado. A janela pode ficar minimizada. Etapas que pedem aprovação precisam de uma pessoa disponível.

O problema

Ninguém na sua empresa sabe quanto custa o trabalho que é feito na mão.

Não é falta de competência — é que esse número nunca foi medido. O processo mora na cabeça de duas pessoas, muda quando elas faltam e na planilha aparece só como "equipe do financeiro". Enquanto ele não tem preço, ele não compete por prioridade com nada.

01

O processo não está escrito.

O que existe é um manual desatualizado, um print no grupo do WhatsApp e alguém que "sabe fazer". Quando essa pessoa entra de férias, o processo entra junto.

02

O tempo está espalhado em pedacinhos.

Quinze minutos por pedido não parecem nada. Vinte e duas vezes por mês, com sete pessoas fazendo, viram 462 horas por ano — quase três meses de uma pessoa em tempo integral.

03

A decisão vira opinião.

Sem número, escolher o que automatizar primeiro vira disputa de quem argumenta melhor na reunião de segunda.

Faça a conta com os seus números

horas/ano = (vezes por mês × 12 × minutos × pessoas) ÷ 60  ·  R$/ano = horas/ano × custo por hora

Horas por ano

180 h

Reais por ano

R$ 8.100

É a mesma conta que fazemos no diagnóstico. A diferença é que lá os números não são chutados: a frequência, o tempo e as pessoas envolvidas saem do que foi observado, e cada linha guarda o momento em que aquilo aconteceu.

Como funciona

Uma videochamada de uma hora. Três passos.

Não é workshop, não é questionário e não termina com "vamos preparar uma proposta e retornamos". O entregável nasce dentro da call.

Passo 1

Você entra com um código.

Marcamos a videochamada onde sua equipe já trabalha: Meet, Teams ou Zoom. Criamos a sessão e passamos um código de quatro caracteres, algo como AFE-4K2P. Antes da call, quem vai demonstrar recebe da gente um link de convite: define a senha, baixa o aplicativo e instala — leva alguns minutos, e a gente acompanha se travar. Na hora da call ela abre o aplicativo, entra com a conta dela e digita o código. Não há plano para escolher, nem cartão de crédito, nem configuração para fazer.

Passo 2

Ela trabalha. A gente entende.

Sua colaboradora faz o trabalho de verdade enquanto explica em voz alta. O aplicativo registra em texto o que foi acionado, onde foi digitado e de onde veio cada dado — sem gravação de vídeo contínua. Ao trocar de janela ele guarda uma captura pontual, e durante a call o consultor acompanha o espelho da tela ao vivo: cada um desses itens é autorizado por ela, com botão de desligar sempre à vista. Quando algo não fica claro, o copiloto avisa o consultor na hora: "pergunte de onde vem esse número de pedido". Ele pergunta com as próprias palavras, e a resposta já entra na documentação — não numa ata que alguém vai transcrever semana que vem.

Passo 3

Você sai com o documento e com a conta.

Antes de a call terminar, o processo já está desenhado. Depois dela você recebe o POP em português, o backlog de automações ordenado por prioridade, com horas por ano e reais por ano, e a evidência por trás de cada linha: dá para clicar numa estimativa e chegar até a tela em que aquilo foi observado.

A captura roda só durante a sessão, com aviso permanente na tela da pessoa e botão de pausa que não pede justificativa. Nada é capturado antes de ela aceitar, item por item.

O entregável

Três documentos e, se fizer sentido, o trabalho saindo da frente da sua equipe.

Documento 1

O processo escrito (POP)

Um Procedimento Operacional Padrão em português, gerado a partir do que foi observado — não do que alguém lembrou na reunião. Inclui as regras de decisão que aparecem no meio do caminho e as exceções que ninguém documentou. É editável: se estiver errado, você corrige e ele passa a estar certo.

Documento 2

O backlog de automações, priorizado

A lista do que vale automatizar, na ordem. Cada linha traz frequência por mês, minutos por execução, pessoas afetadas, horas por ano, reais por ano e a abordagem técnica. Todos os números são editáveis na sua frente: se você disser que não são 15 minutos e sim 8, a lista se reordena na hora. Sai exportado como proposta comercial, com a economia anual somada no topo.

Documento 3

A evidência

Nenhuma linha é afirmação solta. De "isso custa 462 horas por ano" dá para descer até a sessão, o trecho e o momento exato em que aquilo foi observado. É o que permite discutir o número em vez de acreditar nele.

Uma linha do backlog

Conferir e lançar boletos do portal do fornecedor

22 execuções por mês · 15 minutos cada · 7 pessoas

Abordagem: navegador · Esforço: médio · Prioridade: 60,6/100

462 horas por ano
R$ 27.720 por ano

(custo/hora de R$ 60)

Exemplo ilustrativo, calculado com a mesma fórmula usada no produto. Não representa um cliente real.

E depois, se fizer sentido: a automação

A oportunidade aprovada vira automação construída, publicada numa versão que não muda mais, aprovada por você antes de rodar em produção e executada com uma pessoa por perto. Onde a máquina resolve sozinha, ela resolve; onde precisa de gente — um login, um caso que ninguém previu, uma confirmação antes de lançar —, ela pergunta em vez de chutar.

Toda automação um dia encontra um caso que ninguém previu.

Duas semanas depois de entrar no ar aparece o "esses boletos já estavam pagos, não deviam entrar". No caminho normal isso vira chamado, fila, call de reprodução, ajuste, teste — e duas semanas em que sua equipe voltou a fazer na mão.

Aqui você escreve na própria tela da automação, em português: "errou nos boletos que já estavam pagos". O sistema junta a execução que deu errado, o histórico e o procedimento, e devolve uma versão corrigida em rascunho junto com a explicação do que muda — em linguagem de negócio, sem uma linha de código. Alguém da sua equipe clica em aplicar. Nada entra em produção sozinho, e cada versão fica registrada com o que mudou e por quê.

E quando não compensa, a gente diz.

Se uma automação precisa de gente demais para rodar, o próprio sistema a marca como "ainda não compensa" e devolve o caso para revisão, com os números na mão. Preferimos dizer isso com evidência do que entregar algo que sua equipe vai abandonar em silêncio três semanas depois.

O produto

Não é slide. É a tela.

Tudo abaixo é o software rodando. As telas usam dados de demonstração.

Sala de guerra do consultor, durante a call: o que o copiloto já entendeu do processo, a transcrição da conversa e as perguntas sugeridas, enquanto a call acontece. Abre no navegador, com o mesmo código da sessão — não há nada para instalar.
As automações candidatas ordenadas por prioridade, com horas por ano, reais por ano e a evidência que sustenta cada linha.
Frequência, minutos, pessoas, esforço e risco são editáveis na sua frente. Ajustou, a lista se reordena na hora — a conversa vira calibragem conjunta, não disputa de credibilidade.
Onde sua equipe descreve, em português, o que a automação errou. A correção volta em rascunho, com a explicação do que muda. Nada entra em produção sem aprovação.
O indicador de captura na máquina de quem demonstra, sempre visível. Pausar não pede justificativa.

Privacidade e LGPD

A primeira pergunta do seu time vai ser: "isso é para vigiar a gente?"

Não é. E a gente prefere que você não acredite na nossa palavra — abaixo está exatamente o que entra, o que nunca entra e quem autoriza cada coisa.

O que é capturado

Qual botão foi acionado, em qual campo foi digitado, qual janela estava em foco — em texto, não em imagem.

A narração de quem está explicando o processo, transcrita para texto.

Capturas de tela pontuais, tiradas ao trocar de janela e em momentos-chave, quando autorizadas.

O espelho da tela durante a call, para o consultor acompanhar ao vivo enquanto a autorização estiver ligada.

O caminho do dado: de qual arquivo, pasta ou sistema veio cada informação.

O que nunca é capturado

Gravação de vídeo contínua. Não fica um filme da sessão para alguém assistir depois: o registro é em texto, com capturas pontuais. O espelho ao vivo da call não é gravado.

Campo de senha. O valor não é lido nem uma vez: ele é descartado no computador da pessoa, antes de qualquer envio.

Aplicativos da lista bloqueada. Banco, sistema financeiro, gerenciador de senha e o que mais vocês definirem. Quando estão em foco, nem o título da janela sai da máquina.

Qualquer coisa com a captura pausada. Pausou, não existe dado daquele intervalo. E nada é capturado fora da sessão.

Você controla a gravação.

A captura começa após seu aceite e mostra seu estado no aplicativo. Prints acompanham os registros para dar contexto à análise; o microfone é opcional. Você pode pausar ou encerrar a qualquer momento.

Seu trabalho fica no seu computador.

A partir da versão 0.8.10, gravações, prints, conversas, mapas e automações ficam na pasta que você escolhe. A plataforma mantém conta, licença e downloads. O provedor de IA escolhido recebe o contexto necessário ao pedido.

180 dias para prints e logs.

Prints e logs ficam por até 180 dias no computador. Compartilhar uma automação exige exportá-la: o pacote não inclui suas gravações nem suas conversas. Histórico de versões anteriores só é retirado da plataforma após confirmar a cópia local.

Isto não é ferramenta de produtividade individual.

O escopo é a sessão e o processo, não a pessoa. Quando uma automação pede ajuda e mede quanto tempo esperou, aquilo é telemetria do passo — serve para melhorar o passo, e não deve ser usado para avaliar quem respondeu. Está no nosso contrato, e dizemos isso ao seu time antes de começar.

Antes da primeira captura, um checklist — não uma promessa.

Contrato de tratamento de dados assinado, com os papéis definidos: sua empresa é a controladora, nós somos operadores. Base legal definida pelo seu jurídico ou DPO. Lista de aplicativos bloqueados revisada com você. Prazo de retenção acordado. Comunicado às pessoas que serão capturadas, dizendo o que é capturado, o que nunca é e como pausar. Teste de redação executado antes do go-live: campo de senha e aplicativo bloqueado confirmadamente redigidos.

Qualificação

Isso funciona bem para algumas empresas. Para outras, não.

Faz sentido se

Sua empresa tem entre 50 e 500 funcionários.

Existe um processo que atravessa ERP, planilha e e-mail e é feito toda semana, na mão.

Você consegue liberar uma pessoa por uma hora para mostrar como faz.

Você quer saber quanto aquilo custa antes de decidir gastar com automação.

Sua diretoria aceita decidir por número, mesmo quando o número contraria a intuição.

Não faz sentido se

O objetivo é medir a produtividade individual dos funcionários. Não somos o fornecedor certo, e dizemos isso na proposta.

Você precisa de automação rodando sozinha, em servidor, sem ninguém por perto, já no mês que vem. Hoje a execução é assistida por definição — há sempre uma pessoa por perto.

Você quer comprar licença de software e se virar sozinho. O diagnóstico é conduzido por consultor.

O que você precisa é de um relatório para apresentar ao conselho e arquivar.

Perguntas

O que costumam nos perguntar antes da primeira call

Sobrou pergunta? Fale com a gente — respondemos em até um dia útil.

Vocês gravam a tela da minha equipe?

Não existe gravação de vídeo contínua — não sobra um filme da sessão para alguém assistir depois. O que fica registrado são eventos em texto: qual botão foi acionado, em qual campo foi digitado, qual sistema estava em foco e de onde veio o dado. Além disso, o aplicativo tira capturas de tela pontuais ao trocar de janela e, durante a call, transmite ao consultor um espelho da tela ao vivo — que não é gravado nem armazenado. Microfone, capturas e espelho são autorizações separadas, aceitas item a item pela própria pessoa, com botão de desligar sempre visível; nada é capturado antes do aceite, e as capturas seguem o prazo de retenção acordado em contrato — que a própria tela de autorização mostra, por escrito, antes de a pessoa aceitar.

Preciso instalar alguma coisa?

Na sessão pareada, sim: um aplicativo leve no computador da pessoa que vai demonstrar o processo. Antes da call ela recebe um link de convite, define a senha e instala o aplicativo — alguns minutos, uma vez só. Depois é ligar quando a call começa, desligar quando termina, e desinstalar quando quiser. A sala de guerra do consultor roda no navegador, sem instalação.

Quanto tempo até dar retorno?

O diagnóstico entrega valor na própria call: você termina com o processo escrito e o backlog com valor em reais. A partir daí, cada oportunidade traz o retorno estimado antes de você gastar qualquer coisa com ela — é você quem escolhe se e quando construir. E quando os números não fecham, dizemos que não compensa em vez de vender o projeto.

E quando o sistema mudar? Isso não vai quebrar?

Automação quebra — a diferença está no que acontece depois. Quatro coisas reduzem esse risco aqui: (1) preferimos integrar por API, depois por navegador, e só usamos automação de tela quando não há outro caminho — quanto mais por baixo do capô, menos frágil; (2) cada versão publicada é imutável e tem histórico, então dá para saber exatamente o que mudou e quando; (3) quando algo dá errado, sua equipe descreve o problema em português na própria tela e recebe a correção em rascunho, sem abrir chamado nem esperar agenda; (4) nada entra em produção sem alguém da sua empresa aprovar.

A IA vai executar coisas sozinha no meu sistema?

Só onde estiver escrito — e marcado. Cada passo declara o que é: o passo determinístico é código que faz sempre a mesma coisa, exatamente como está no procedimento aprovado. Quando uma decisão não cabe numa regra (classificar um texto livre, por exemplo), ela vira um passo de IA marcado no fluxo, com a justificativa escrita — e esse passo pode dizer "não sei" e chamar uma pessoa em vez de chutar. Passos irreversíveis mostram uma prévia e esperam confirmação de uma pessoa, sempre.

Onde ficam os dados?

A implantação padrão roda na infraestrutura da sua empresa. Sua empresa é a controladora dos dados; nós atuamos como operadores, com contrato de tratamento de dados assinado antes da primeira captura.

[CONFIRMAR: modalidade de hospedagem oferecida — servidor do cliente, nuvem gerenciada ou ambos]

Nossos dados vão treinar modelos de IA?

Não.

[CONFIRMAR com o contrato vigente do fornecedor de IA antes de publicar]

Precisamos parar a operação para fazer isso?

Não. A pessoa faz o trabalho de verdade, com os dados de verdade, no horário dela. A sessão observa o trabalho acontecendo; ela não substitui o trabalho por uma simulação.

De quem é a automação depois de pronta?

Da sua empresa. O processo mapeado e a automação são ativo da empresa que contratou, não da pessoa que participou da sessão nem do consultor. Se alguém sair do time, o processo e a automação ficam.

Quanto custa?

O preço é definido conversando, porque depende do tamanho do processo e do que você quer fazer depois do diagnóstico. O caminho é sempre o mesmo: primeiro a sessão, depois a proposta — que sai do próprio backlog, com o retorno estimado de cada item na frente do preço.

Comece pelo processo que mais dói.

Escolha um processo que sua equipe faz toda semana e que ninguém nunca escreveu. Em uma hora ele vira documento, número e ordem de prioridade. Se no fim não fizer sentido automatizar, a gente diz isso — com a conta na mesa.

Respondemos em até um dia útil, com os horários disponíveis para a call de uma hora.